pilhas e baterias

Cuidados para tratar pilhas e baterias em sua empresa

É de conhecimento global que deve-se ter atenção no descarte de pilha e baterias. Mas, é sempre bom ressaltá-los. Além disso, descartar incorretamente pilhas e baterias usadas provocam vários problemas, como a poluição do meio ambiente com mercúrio, chumbo, zinco e outros metais pesados. Hoje, a melhor opção de cuidado para tratar pilhas e baterias é a reciclagem. Este método é capaz de separar as substâncias tóxicas facilitando a destinação correta. No Brasil, infelizmente, a reciclagem deste tipo de resíduo é muito baixa. Isso acontece, por exemplo, pela falta da conscientização da população sobre a maneira correta de descarte.

Confira os cuidados para tratar pilhas e baterias e, dessa forma, proteger o meio ambiente!

Resíduos domésticos

As pilhas e baterias são produtos muito utilizados no dia-a-dia da população. Eles são utilizados em diversos objetos, nas residências, comércios, empresas, entre outros. De acordo com a NBR 10.004, pilhas e baterias são classificadas como resíduos domésticos especiais. Como elas são compostas por metais pesados, é muito importante ter atenção em seu manuseio, pois estes químicos são muito perigosos e necessitam de cuidados especiais.

O maior problema das pilhas e baterias é quando o descarte delas não é realizado de forma ambientalmente correta. A cápsula que as envolve pode sofrer deformação, elas amassam e estouram. Com isso o líquido tóxico do interior delas vaza. Além disso, este líquido não é biodegradável. Ou seja, ele fica acumulado no meio ambiente causando diversos riscos a saúde humana e a natureza.

Desde 2008, todos os pontos de venda de pilhas e baterias do Brasil devem oferecer aos consumidores pontos de coleta para receber estes resíduos. Após coletado, ele é encaminhado ao fabricante que será responsável pela reciclagem ou pelo descarte em aterros sanitários. Entretanto, a destinação em aterros sanitários não impede que a toxicidade deles seja neutralizada. Este tipo de descarte apenas evita que as substâncias tóxicas contaminem o solo e a água.

Para controlar os níveis de substâncias tóxicas das pilhas e baterias foram estabelecidos alguns limites. Os limites máximo de chumbo, cádmio e mercúrio nas pilhas e baterias foram estabelecidos pela Resolução CONAMA nº 401.

Pilhas e baterias são lixos tóxicos

As pilhas e baterias contém em suas composições substâncias tóxicas. Por isso é necessário cuidados para tratá-las. Conhecer a sua composição é muito importante para o adequado tratamento dos resíduos, pois, dessa forma, evita-se contaminações.

Conheça a composição das pilhas e baterias mais comercializadas:

  • comuns – são feitas de zinco e manganês. Geralmente utilizada em brinquedos, máquinas fotográficas, controles remotos etc.;
  • alcalinas – são feitas de alcalina e manganês. Muito utilizadas em brinquedos, máquinas fotográficas, controles remotos etc.;
  • de níquel- metal-hidreto, de zinco, de lítio, de íon-lítio  – são baterias muito utilizadas em celulares, telefones sem fio, filmadoras e notebooks;
  • de chumbo – são as baterias de carro. Também são usadas em indústrias e em filmadoras;
  • de níquel-cádmio – usadas em telefones sem fio, celulares, barbeadores etc.;
  • de óxido de mercúrio – usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.

Cuidados para tratar pilhas e baterias

As pilhas e baterias, quando descartadas de forma ambientalmente incorreta, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d’água e os lençóis freáticos. As consequências são gravíssimas para o meio ambiente e para o homem, afinal, a fauna e a flora são afetadas, prejudicando diretamente a cadeia alimentar. Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos.

A melhor opção de tratamento destes resíduos é através da reciclagem. Pois através dela é possível separar esses componentes e destina-los de forma correta. As pilhas e baterias recicladas viram pigmentos que dão cor a fogos de artifício, pisos cerâmicos, vidros e tintas.

A incineração pode parecer ser uma alternativa mais econômica, entretanto, gera cinzas que contem os resíduos tóxicos. Estes podem volatilizar, contaminando a atmosfera.

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